Dia do Economista e a Psicologia Econômica

지난달

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Na última terça feira, 13/08, foi o dia do Economista, dia daqueles que se dedicam à difícil missão de coordenar estratégias e ações para a economia, esteja ela num contexto micro ou macroeconômico. Como presente, ganharam a aprovação da MP881 da Liberdade Econômica, que mais foi uma dádiva aos empreendedores de plantão. Parabéns a todos os idealizadores desse projeto!

Estarei repostando aqui um dos maiores teóricos da Economia e da Psicologia Econômica que deu grandes contribuições a essas áreas: Daniel Kahneman. Ele foi um dos primeiros especialistas da mente e do comportamento humano a ganhar o Nobel da Economiapor introduzir os insights da Psicologia para a Economia, no que diz respeito às avaliações e tomada de decisão sob incerteza. Com isso, deu origem ao chamado Homo economicus, ao qual se acredita que o comportamento é determinado por interesse próprio e é capaz de tomar decisões racionalmente.

Mas o que faz esse ramo das Ciências Psicológicas e Econômicas?

Quando se ouve falar de recursos finitos, logo pensamos em dinheiro e demais recursos. Pouco prestamos atenção ao tempo, atenção, capacidade de concentração, esforço, autocontrole e, portanto, a nossa própria vida, pois pensamos que esses últimos são preocupações desnecessárias, e que só o ato de focarmos nos recursos financeiros é o mais importante. Muitos acabam achando que o assunto de comportamento, mentalidade, etc., cabe mais às Ciências Psicológicas do que às Econômicas, desconhecendo que se pode traçar a interdisciplinariedade entre as duas grandes áreas.

O desenvolvimento da inteligência emocional é crucial quando for tomar uma decisão importante, no que muitas vezes podem ocorrer erros, mesmo possuindo muita técnica e habilidades em momentos como esse.

Kahneman usou a psicologia Cognitiva como base para sua Teoria da Perspectiva, que possui dois estágios: o de edição, onde situações de risco são simplificadas utilizando a Heurística - virtude de correr atrás e ir fundo rumo a uma nova descoberta; e o de avaliação, em que alternativas arriscadas são avaliadas usando princípios psicológicos como:

  • Dependência de ponto de referência: ao avaliar os resultados, o tomador de decisão tem em mente um ponto de referência. Os resultados são comparados a esse ponto e classificados como "ganhos" se maiores que ele, e "perdas" se forem menores.

  • Aversão à perda: perdas desagradam mais que ganhos equivalentes. Numa pesquisa feita em 1992, descobriu-se que as perdas, por serem dolorosas, infligiam cerca de 2,25 vezes mais do que os ganhos equivalentes. Como na maioria das pessoas, uma perda se torna algo desmotivador, um luto difícil de perpassar, ignorando-se os aprendizados e lições dessas perdas, que podem se transformar em ganhos a posteriori.

  • Diminuição da sensibilidade a ganhos e perdas: À medida que a distância dos ganhos e perdas em relação ao ponto de referência aumenta em valor absoluto, o efeito marginal da utilidade ou a satisfação diminuem.

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